Hora Certa

sexta-feira, 28 de novembro de 2008

Muita luz garoto!!!

Essa foto é pra você lembrar de nossas longas conversas sobre esse mundo louco do jornalismo.






Tem coisas que acontece na vida que marcam para sempre. Já encontrei muitas pessoas em meu caminho que ficaram gravadas em minha mente, outras que não consigo lembrar mais.
Então numa tarde de quinta-feira qualquer eu cheguei na redação e me deparei com um jovem de olhar curioso e cabelo estiloso. Na hora percebi algo de diferente, uma essência especial - difícil de encontrar nos humanos - Ali estava Guilherme Mergen, um jornalista recém formado que trazia nos gestos a certeza de uma estrada. Ali eu percebi que estava diante de alguém mordido pela comunicação.
Foram poucos meses de convivência, pois eu estava certa - ele buscava mais e lutava por isso.
Meu agora amigo e colega foi chamado para o ZH. O desafio foi lançado e o garoto foi enfrentar a dura batalha em Porto Alegre, onde tudo pode acontecer. Medo? Talvez ele esteja sentido, mas tenho certeza - ele vai se dar muito bem, pois sabe trabalhar, é um profissional criativo e apaixonado. Inquieto por natureza, falante, mas acima de tudo eficiente e leal.
Esse garoto eu nunca poderei esquecer, por que senti a essência e meu amigo César Dors diria "Ieda, ele pertence a rara sociedade dos cavalinhos azuis". E eu concordo.
Quem sabe um dia a gente se esbarre por essas estradas da vida e ainda vamos fazer aquelas matérias que planejamos. Mas com uma condição: você é o repórter e eu fotógrafa, que é minha praia de verdade.
Fique feliz em saber que ainda existem pessoas como você nesse mundo de gente egoísta, prepotente e amadora.
Vá com calma! Tua caminhada está apenas começando. Muita luz, força e pode ter certeza: estarei sempre torcendo por você.
Sucesso cara!!!!

Palavras ganham vida através de dezoito crianças




Lá fora a chuva caia forte e as nuvens carregadas formavam um cenário cinzento. O contrário acontecia dentro de uma sala de aula na Escola Municipal Professor Noely Clemente de Rossi, no bairro Santa Marta. Ali estavam reunidas dezoito crianças, com média de idade de 11 anos, eufóricos para contar como surgiu o livro “Brincando de Poesias”.

No início os alunos da 5ª série C, pareciam tímidos e deixaram a professora e coordenadora do projeto Clarice Z.Fin falar. Ela explicou que o trabalho começou em maio deste ano quando decidiram participar do projeto Nacional “Poetas na Escola”. “Começamos a trabalhar, e reunimos excelentes trabalhos, então decidimos publicar um livro”, conta. Com o apoio da direção da escola, através da diretora Adriana Poletto Razia, e dedicação dos alunos o projeto foi iniciado. “Não foi fácil, foram períodos de revisão, edição, reflexão e certo temor, afinal estávamos pensando numa obra para sair da escola e servir de exemplo a outras entidades”, destacou Clarice. Mas o esforço valeu a pena e finalmente o livro ficou pronto. “Eu via a dedicação deles, eram crianças-poetas que buscavam dar vida a uma obra de pura essência e amor”, afirmou a Adriana.
A emoção dos pequenos era visível na medida em ouviam as professoras falarem e logo começaram a se soltar. As vozes infantis encheram o ambiente de uma energia positiva. “Eu sempre gostei de escrever, tenho um diário”, disse Amanda de Rossi, de 11 anos. Ela escreveu poemas sobre família e cotidiano.
Despertar nas crianças o interesse pela leitura é uma tarefa difícil em tempos de internet e jogos eletrônicos, mas para Clarice foi algo que jamais poderá ser esquecido. Ela também escreveu várias poesias sobre cada um de seus alunos. “Conheço cada um deles e essa foi a forma que encontrei para agradecer e valorizar a dedicação a leitura”, destacou.
O tímido Eduardo Antonio Catane, de 11 anos disse que nunca escreveu nada semelhante a poesia, mas que agora que começou não quer parar mais. “No início foi difícil, agora quero me aperfeiçoar”, disse concentrado.
Os pequenos estavam radiantes e logo começaram a citar poetas e escritores que serviram de inspiração. Nomes como Mario Quintana, Cecília Meireles, Carlos Drumond Andrade, Henriqueta Lisboa foram lembrados pelos alunos-poetas. “Achei as poesias de Clarice Lispector uma maravilha”, disse a alegre Bruna Machado Rosa, de 11 anos.
Lá fora a chuva continuava, mas dentro da sala o sol parecia ter se instalado de vez tamanha alegria podia se ver no olhar das crianças que estão preparadas para o lançamento de “Brincando de Poesias”, na noite desta sexta-feira, dia 28. Exemplares do livro serão distribuídos em todas as escolas da rede municipal e também para familiares e amigos dos alunos. “Plantamos uma semente que agora deverá ser regada com todo carinho para que os frutos sejam fortes”, finalizou Clarice.


Uma prova do talento
Casca de Banana

Não tem jeito
Não tem, não
João quando come banana
Joga a casca no chão.

Mas não sou como o João
Quando como banana
Não jogo a casca no chão!

Jenifer Petroli

Ela é Bela

Eu vejo ela
Pela janela
Linda e bela
Como uma flor amarela!

Lá vai ela
Com passos curtos
Como a cinderela
Adoro ela

Quem será ela?

Nadiele Lagunas


Poesia

Logo que passei
Olhei, podia voar
Também andar
Era azul sem
Vermelho
Com verde a dispor
Tinha laranja
Muita esperança
Era uma linda flor!

Tiago Galves

domingo, 23 de novembro de 2008

Cabelos dourados. Tomates. Cebolas...


Crônica: Ieda Beltrão



Pare só um instante! Ouço e a frase se repete. Pare só um instante! E se repete...
não quero parar, não quero olhar, não quero ouvir de onde vem. O vento é quente, o sol queima minha pele branca. Sinto vontade de correr, mas não consigo e então, num ímpeto paro e olho para trás. Ele está ali parado, sorrindo, mãos estendidas em minha direção. As pessoas continuam a passar apressadas, não percebem que estamos ali. A pele queima, mas que importa, agora sinto seus olhos, suas mãos... Tento em vão sair daquele estado de torpor que invade meu corpo, minha alma... Olhos profundos, verdes como a noite percorrem meu rosto magro e sofrido. Tento esconder meus cabelos brancos e desalinhados, sufoca minha voz que não sai. Minhas pernas compridas e esqueléticas tremem. Tenho medo de derrubar as compras. Minhas compras? Detergente para banheiro, cera para o piso e tomate para o molho preferido. Deus! Essas são as minhas compras, as compras de todos os dias, de mais de quarenta anos. As mãos que seguram aquelas sacolas cheiram a cebola e alho... sempre... sempre.
Mas agora ele estava ali. Queria pegar minhas mãos de dedos longos-secos-brancos, cheirando a tempero. Ele sorria e eu não conseguia mover meus lábios muito menos sorrir. Meus dentes eram amarelos, estragados, esqueci de cuidá-los, de tratá-los, que importância tinha minha aparência? “Eles” estavam felizes, isso era o que importava.
Quarenta anos! Era muito tempo e agora o tempo havia parado. Deixei as compras caírem devagar, lento... O sol queimava, o peito ardia, a dor enlouquecia minha cabeça e ele continuava a sorrir, lindo, cercado de muita luz. Minhas pernas dobraram e então senti suas mãos segurarem meu corpo cadavérico, infeliz, cheirando a detergente pinho, toucinho de porco (“eles” adoravam, isso era o que importava).
Ouvia sirenes, gritos, mas nada sentia. Apenas seu riso lindo, seu rosto de anjo. Rostos apavorados surgiam em minha frente e eu, depois de quarenta longos anos, sonhando em ser uma grande juíza, uma defensora da justiça, sorri e meu sorriso trouxe uma dor forte, profunda... As lágrimas vieram invadindo meus pobres olhos mortos, limparam, dando passagem à água salgada que caiu sentida na pele enrugada...
Ele segurou meu rosto e devagar passou sua fase lisa, querendo secar aquele mar de dor. Deixei-me cair em seus braços. O peso de quarenta anos vivendo sem amor, proibida de sonhar, culpada por um erro, sufocada dentro de uma casa, de uma vida faziam com que naquele momento o mundo parasse.
Abandonada em seus braços, toquei de leve seus cabelos dourados e assim suspirei aliviada. Não precisava nunca mais fazer a receita de toucinho.

A sirene cortava o silêncio do meio-dia. Uma mulher estava morta na calçada. Derrame, coração? Ninguém sabia. Conhecida? Sim. Aos olhos de todos, uma respeitável e feliz juíza de direito, que após uma condenação de um jovem, desistiu da carreira para se tornar uma feliz dona de casa. A condenação? O jovem? Estudante de psicologia, acusado de estupro. O erro? Descobriu-se que era inocente, mas já era muito tarde, a morte o encontrou na cela fria de um presídio qualquer.
Era belo o jovem inocente de cabelos dourados!

Vera Fischer interpretará viciada em amor em novela global


Depois de passar sete anos longe das telinhas, Vera Fischer está de volta em Caminho das Índias. A novela global substituirá A Favorita na grade de programação.

Conforme a FolhaOnline, ela será Chiara, uma dona de clínica de estética e que é viciada em amor e livros de auto-ajuda. "É uma mulher em busca do amor, cometendo todos os tropeços inerentes a essa busca", afirma a autora do folhetim, Glória Perez.

Após agressão, Marcello Novaes se afasta das gravações de Três Irmãs


O ator Marcello Novaes, 45 anos, que interpreta o surfista Sandro em Três Irmãs, da Rede Globo, ficará afastado das gravações da novela por 15 dias. Ele foi espancado na madrugada de sexta-feira, em uma festa na boate 00, na Gávea, Zona Sul.

Após receber um soco de um rapaz não identificado, o ator foi medicado na Clínica São Vicente, onde levou 21 pontos na testa e passou por uma cirurgia plástica reparadora.

Marcello estava acompanhado do músico Fábio Mondego, que também foi agredido. Depois do incidente, um grupo de pelo menos cinco rapazes foi levado para a 15ª DP (Gávea), mas todos foram liberados após negar participação no incidente.

O ator global prestará depoimento na segunda-feira, e policiais afirmaram que pedirão imagens do circuito interno da boate para tentar identificar os agressores. "Ouço histórias sobre isso, mas nunca tinha passado por nada parecido. Fomos agredidos de surpresa e sem motivo por uma gangue dessas que sai na noite para bater nos outros", disse Fábio, que prestou depoimento ontem de noite.

Por onde andam os integrantes do ABBA?


Eu adoro todas as músicas do ABBA.MUitas e muitas vezes escrevo minhas matérias ouvindo uma seleção que o Júlio passou para mim. É demais!!!!
Mas onde eles andam. Pelas informações que li no EGO o quarteto sueco não pretende voltar aos palcos.

Acompanhe a matéria:

apesar dos apelos dos fãs, o ABBA, formado por Björn Ulvaeus, Benny Andersson, Agnetha Fältskog e Anni-Frid Lyngstad (também conhecida como Frida), não pretende voltar aos palcos. “Dinheiro não é problema. Nós queremos que as pessoas lembrem de nós como éramos: jovens, exuberantes, cheios de energia e ambição”, disse Björn em entrevista, este ano, na época do lançamento de “Mamma Mia!”, quando os quatro se reuniram com o elenco do filme para a estréia em Estocolmo.


A história do ABBA começou em 1969, quando Björn e Benny conheceram as parceiras Agnetha e Frida. Com elas, formaram não só o grupo musical, como também famílias. Björn se casou com Agnetha, e Benny, com Frida. Durante mais de dez anos, eles rodariam o mundo cantando juntos, conseguindo manter certa discrição em relação às suas vidas pessoais. Não se tem notícias de brigas, tanto entre os casais, como entre os integrantes (apesar de um vídeo no YouTube mostrar Frida dando uma cotovelada em Agnetha). No entanto, nenhum dos dois casamentos deu certo: Björn e Agnetha se separaram em 1979, enquanto Benny e Frida ficaram juntos até 1981. O grupo tentou, ainda, continuar junto depois dos divórcios, mas em 1982, anunciaram o fim do ABBA.

Depois disso, Björn e Benny chegaram a escrever juntos alguns musicais, entre eles o sucesso "Mamma Mia!", enquanto Agnetha e Frida tentaram reviver suas carreiras solo. No entanto, nenhum dos quatro chegou perto do sucesso alcançado pelo ABBA que, em 2009, será imortalizado com a abertura de um museu: o ABBA Museum.

BJÖRN ULVAEUS
Tem hoje 63 anos. Depois de se separar de Frida, casou-se novamente com Lena, que sofre de leucemia. A saúde do músico também não é das melhores, pois tem sofrido com a perda de memória. Dizem que já esqueceu de vários fatos de sua carreira no ABBA, inclusive prêmios que o grupo ganhou. Comanda uma pequena empresa aérea e não tem a menor intenção de voltar aos palcos.

ANNI-FRID LYNGSTAD (FRIDA)
Única a estar aberta a uma reunião do ABBA. Tem 62 anos, mora nos alpes suíços e é uma exímia esquiadora. É viúva de seu segundo marido, que morreu de câncer. Gravou pela última vez em 2004 em um CD do ex-tecladista do Deep Purple, Jon Lord. Dedica-se a causas sociais.

BENNY ANDERSSON
É o único que ainda trabalha com música. Sua banda, Benny Anderssons Orkester, gravou quatro álbuns, o último deles em 2007, ao vivo. No repertório, canções originais, folk sueco, sucessos americanos e, eventualmente, músicas do ABBA. Produziu a música de “Mamma Mia”, inclusive tocando piano nas versões gravadas para o filme. Está com 61 anos.

AGNETHA FÄLTSKOG
A mais nova e reclusa do ABBA, Agnetha está com 58 anos e raramente aparece em público. Desde que gravou o álbum “My Colouring Book”, em 2004, ela parou de dar entrevistas. Sua aparição de mãos dadas com Frida, durante a premiére de “Mamma Mia”, em Berlim, causou frisson. As duas chegaram a dançar ao lado de Meryl Streep no tapete vermelho.

É cada uma!


Agora é pra valer. A cantora Mallu Magalhães assumiu o seu namoro com o também cantor Marcelo Camelo.Quando questionada sobre a diferença de idade entre ela e o namorado, Mallu respondeu: “Não vejo problema nenhum com essa história de idade. Isso existe?”, disse ela, que aos 16 anos vive um romance com um homem de 30 anos.

Marcelo dividiu o palco com Mallu, que apresentou o cantor assim: “Gente, o Morro da Urca está entre as sete maravilhas do mundo, vamos votar. E por falar em maravilha, chamo agora Marcelo Camelo”. O dueto foi marcado pelas trocas de carinhos e até um beijo na nuca Mallu recebeu do namorado. Que coisa nê! Menina bem estranha essa Mallu.

quarta-feira, 12 de novembro de 2008

JUJUBINHA, UMA BRUXINHA TRAVESSA?



No dia 19 de novembro a Faculdade Cenecista será palco para o espetáculo infantil “Jujubinha, uma Bruxinha Travessa?, de Moacir Corrêa. A peça conta a história de Jujubinha, que é a caçula de três irmãs. Elas vivem numa floresta encantada e Jujubinha foi deixada por sua mãe junto as suas irmãs, para que
pudesse aprender as malvadezas e travessuras.Mas ela só tem ouvidos a
sua amiguinha Pitu, uma fada que vive do outro lado da floresta.
Jujubinha resolve aprontar uma brincadeira para suas irmãs mas terá uma
grande surpresa.Humm! Que será que ela aprontou?

De acordo com Moacir, a interação com as crianças é o foco principal para o
desenrolar da historinha.

Serviço

GRUPO? BOCA DE CENA, da Faculdade Cenecista em parceria com o Centro
Integrado de Artes Cênicas.

ELENCO? Lilian Brandelli, Janaína Giordani e Raquel Peres. Alunas do
curso de teatro do Centro Integrado de Artes Cenicas.

AUTOR? Moacir Corrêa, que também dirige o espetáculo.

QUANDO SERÁ? Dia 19 de Novembro às 15:00h (Primeira sessão) e 19:30h
(Segunda sessão)

ONDE? Auditório da Faculdade Cenecista de Bento Gonçalves.

DURAÇÃO? 50 Minutos.

Esta Produção tem o apoio da Faculdade Cenecista de BentoGonçalves e
da Fundação Casa das Artes.

quinta-feira, 6 de novembro de 2008

quarta-feira, 5 de novembro de 2008

Uma mulher chamada AMO


No salão de artes da Fiema todos os artistas presentes chamaram a atenção pelo talento, criatividade e sensibilidade. Entre eles conversei com a artista plástica Eglaé Machado de Oliveira, de Porto Alegre. Ela é uma mulher especial, de uma doçura incrível e talento fantástico. Ela usa como pseudônimo AMO e dá pra entender a escolha desse nome, já que ela é puro sentimento. A foto acima foi tirada pelo seu marido Newton, um senhor apaixonado pela esposa, arte, netos e cães.

Preocupação manifestada através da arte

A artista plástica Aglaé Machado de Oliveira (ou simplesmente AMO), ao lado do marido Newton de Oliveira, esteve prestigiando o Salão de Artes da Fiema. O casal veio de Porto Alegre.






Um dos locais mais observados durante os quatro dias da Feira Internacional de Tecnologia para o Meio Ambiente (Fiema) foi o Salão de Artes promovido pelo Museu do Imigrante em parceria com a feira.
Os visitantes tiveram a oportunidade de refletir profundamente sobre as conseqüências que ações irresponsáveis estão trazendo a natureza. O salão foi composto por obras de artistas plásticos de várias partes do estado. De acordo com Neiva Poletto, coordenadora do Museu e organizadora do salão, os artistas convidados, tinham de alguma forma uma ligação com o meio ambiente. “Eles trabalham com elementos da natureza e demonstram através da arte a preocupação com o planeta”, disse.
As obras surpreenderam pela beleza e expressão. “É algo impressionante, que mostra um sentimento muito forte”, destacou Júlia Limeira, estudante de medicina ao observar “Os homens do planeta estão sofrendo”. A obra da artista plástica Aglaé Machado de Oliveira, ou simplesmente AMO, seu nome artístico, foi criada a partir da utilização de madeira e argila. Com esses materiais AMO deu vida a dezenas de pequenas cabeças humanas com expressão de sofrimento e dor. “Eles representam o medo do que está por vir se continuarmos com ações irresponsáveis diante de nosso planeta”, explicou a autora de Porto Alegre.
O passeio por entre as obras foi revelando as mais diversas formas de manifestação. A artista plástica Vera Beatriz Dalcin Luchese, de Bento Gonçalves levou a obra “Do lixo ao luxo”, um vaso adornado por máscaras. “Grande parte do material que usei veio do lixo”, disse. O trabalho foi um dos mais fotografados do salão. Outra obra que provocou reações adversas foi a escultura de Adriana Xaplin “Natureza Morta”. A obra faz parte da exposição “Espécie Humana”, onde a artista utiliza estátuas gigantes de composição impressionante. Rosas vermelas e carvão faziam parte do cenário onde o corpo jazia como que carbonizado.
As obras que estiveram expostas foram criadas especialmente para o Salão de Artes que teve como “No Mundo da Arte, Poluição A parte”.


Mais detalhes de algumas obras
- Maria Cristina Lisboa, de Porto Alegre levou a tela “A Cidade de Terra”, onde utilizou diversos tipos de terra como tinta.
- “que me perdoem os humanos...mas, os animais, com sua suposta irracionalidade, sabem como lidar entre si e com a natureza”. Fragameto de Carmem Maria Tasca Froli, de Bento Gonçalves levou a tela “Convivência Harmoniosa”.
- Cármen Hidalgo, de Porto Alegre retratou a “La pietá del mondo”, de Michelangelo, de uma forma significativa. “É como se uma obra famosa estivesse protestando contra a poluição no mundo”, disse.