quinta-feira, 6 de novembro de 2008
quarta-feira, 5 de novembro de 2008
Uma mulher chamada AMO
No salão de artes da Fiema todos os artistas presentes chamaram a atenção pelo talento, criatividade e sensibilidade. Entre eles conversei com a artista plástica Eglaé Machado de Oliveira, de Porto Alegre. Ela é uma mulher especial, de uma doçura incrível e talento fantástico. Ela usa como pseudônimo AMO e dá pra entender a escolha desse nome, já que ela é puro sentimento. A foto acima foi tirada pelo seu marido Newton, um senhor apaixonado pela esposa, arte, netos e cães.
Preocupação manifestada através da arte
A artista plástica Aglaé Machado de Oliveira (ou simplesmente AMO), ao lado do marido Newton de Oliveira, esteve prestigiando o Salão de Artes da Fiema. O casal veio de Porto Alegre.




Um dos locais mais observados durante os quatro dias da Feira Internacional de Tecnologia para o Meio Ambiente (Fiema) foi o Salão de Artes promovido pelo Museu do Imigrante em parceria com a feira.
Os visitantes tiveram a oportunidade de refletir profundamente sobre as conseqüências que ações irresponsáveis estão trazendo a natureza. O salão foi composto por obras de artistas plásticos de várias partes do estado. De acordo com Neiva Poletto, coordenadora do Museu e organizadora do salão, os artistas convidados, tinham de alguma forma uma ligação com o meio ambiente. “Eles trabalham com elementos da natureza e demonstram através da arte a preocupação com o planeta”, disse.
As obras surpreenderam pela beleza e expressão. “É algo impressionante, que mostra um sentimento muito forte”, destacou Júlia Limeira, estudante de medicina ao observar “Os homens do planeta estão sofrendo”. A obra da artista plástica Aglaé Machado de Oliveira, ou simplesmente AMO, seu nome artístico, foi criada a partir da utilização de madeira e argila. Com esses materiais AMO deu vida a dezenas de pequenas cabeças humanas com expressão de sofrimento e dor. “Eles representam o medo do que está por vir se continuarmos com ações irresponsáveis diante de nosso planeta”, explicou a autora de Porto Alegre.
O passeio por entre as obras foi revelando as mais diversas formas de manifestação. A artista plástica Vera Beatriz Dalcin Luchese, de Bento Gonçalves levou a obra “Do lixo ao luxo”, um vaso adornado por máscaras. “Grande parte do material que usei veio do lixo”, disse. O trabalho foi um dos mais fotografados do salão. Outra obra que provocou reações adversas foi a escultura de Adriana Xaplin “Natureza Morta”. A obra faz parte da exposição “Espécie Humana”, onde a artista utiliza estátuas gigantes de composição impressionante. Rosas vermelas e carvão faziam parte do cenário onde o corpo jazia como que carbonizado.
As obras que estiveram expostas foram criadas especialmente para o Salão de Artes que teve como “No Mundo da Arte, Poluição A parte”.
Mais detalhes de algumas obras
- Maria Cristina Lisboa, de Porto Alegre levou a tela “A Cidade de Terra”, onde utilizou diversos tipos de terra como tinta.
- “que me perdoem os humanos...mas, os animais, com sua suposta irracionalidade, sabem como lidar entre si e com a natureza”. Fragameto de Carmem Maria Tasca Froli, de Bento Gonçalves levou a tela “Convivência Harmoniosa”.
- Cármen Hidalgo, de Porto Alegre retratou a “La pietá del mondo”, de Michelangelo, de uma forma significativa. “É como se uma obra famosa estivesse protestando contra a poluição no mundo”, disse.
Um dos locais mais observados durante os quatro dias da Feira Internacional de Tecnologia para o Meio Ambiente (Fiema) foi o Salão de Artes promovido pelo Museu do Imigrante em parceria com a feira.
Os visitantes tiveram a oportunidade de refletir profundamente sobre as conseqüências que ações irresponsáveis estão trazendo a natureza. O salão foi composto por obras de artistas plásticos de várias partes do estado. De acordo com Neiva Poletto, coordenadora do Museu e organizadora do salão, os artistas convidados, tinham de alguma forma uma ligação com o meio ambiente. “Eles trabalham com elementos da natureza e demonstram através da arte a preocupação com o planeta”, disse.
As obras surpreenderam pela beleza e expressão. “É algo impressionante, que mostra um sentimento muito forte”, destacou Júlia Limeira, estudante de medicina ao observar “Os homens do planeta estão sofrendo”. A obra da artista plástica Aglaé Machado de Oliveira, ou simplesmente AMO, seu nome artístico, foi criada a partir da utilização de madeira e argila. Com esses materiais AMO deu vida a dezenas de pequenas cabeças humanas com expressão de sofrimento e dor. “Eles representam o medo do que está por vir se continuarmos com ações irresponsáveis diante de nosso planeta”, explicou a autora de Porto Alegre.
O passeio por entre as obras foi revelando as mais diversas formas de manifestação. A artista plástica Vera Beatriz Dalcin Luchese, de Bento Gonçalves levou a obra “Do lixo ao luxo”, um vaso adornado por máscaras. “Grande parte do material que usei veio do lixo”, disse. O trabalho foi um dos mais fotografados do salão. Outra obra que provocou reações adversas foi a escultura de Adriana Xaplin “Natureza Morta”. A obra faz parte da exposição “Espécie Humana”, onde a artista utiliza estátuas gigantes de composição impressionante. Rosas vermelas e carvão faziam parte do cenário onde o corpo jazia como que carbonizado.
As obras que estiveram expostas foram criadas especialmente para o Salão de Artes que teve como “No Mundo da Arte, Poluição A parte”.
Mais detalhes de algumas obras
- Maria Cristina Lisboa, de Porto Alegre levou a tela “A Cidade de Terra”, onde utilizou diversos tipos de terra como tinta.
- “que me perdoem os humanos...mas, os animais, com sua suposta irracionalidade, sabem como lidar entre si e com a natureza”. Fragameto de Carmem Maria Tasca Froli, de Bento Gonçalves levou a tela “Convivência Harmoniosa”.
- Cármen Hidalgo, de Porto Alegre retratou a “La pietá del mondo”, de Michelangelo, de uma forma significativa. “É como se uma obra famosa estivesse protestando contra a poluição no mundo”, disse.
sexta-feira, 31 de outubro de 2008
Uma foto para uma “desconhecida”
A foto acima é um presente para uma pessoa que não conheço pessoalmente, mas aprendi a admirar por sua eficiência. Todas as manhãs quando chego ao jornal a primeira coisa que faço é abrir meus emails. E lá está o seu nome pulando na tela. Greice Scotton, e inúmeras sugestões de matérias surgem. Quem é ela?
Ela faz parte da assessoria de comunicação da Prefeitura de Bento Gonçalves. Alguns diriam então: “não faz mais que a obrigação”.
Até concordo, mas acontece que conheço centenas de assessores que não fazem isso. Que apenas ganham seu salário no final do mês e acham que enviar uma, duas matérias por semana é o máximo.
Essa moça não, é uma jornalista que mostra eficiência e dedicação ao trabalho que executa. Em qualquer entidade que ela estiver representando, vai vestir a camiseta. O motivo? Simples, é uma profissional de verdade, que não trabalha somente por dinheiro. Ela sabe muito bem o significado da palavra COMUNICAÇÃO.
Obrigada colega, e através de teu nome agradeço também a outros profissionais que como você, veste a camiseta da empresa que representam.
quarta-feira, 29 de outubro de 2008
Belas, saborosas e perigosas
As rosas que fotografei já não existem mais. Bom que essa beleza ficou registrada.


Elas podem ser belas, mas não somente para decorar casas, jardins, praças e canteiros. As flores são amplamente usadas na medicina caseira e também como alimento.
Na região da serra o hábito de comer flores é bastante comum. “Quem não gosta de uma salada de couve-flor refogada?”, questionou a comerciaria Valéria Strasbosco. Mas ela assim como muitos não costuma comer rosas, cravinas e similares. “Acho estranho comer esse tipo de flor, elas são ornamentais”, ponderou. As mais conhecidas como a couve-flor, o brócolis, a alcachofra e a flor de abóbora, são populares e aceitas em todas as mesas. Mas, figuram ainda como comestíveis os capuchinhos, as rosas, as begônias, as calêndulas, os amores-perfeitos, os crisântemos, as tulipas, as de alfazema e as menos comuns como cravinas e verbenas-limão.
Na Antiguidade, o uso das flores como alimento era do conhecimento de alguns povos como, por exemplo, a Althaea officinalis, da família das malváceas, conhecida pelos ingleses como marshmallow. Suas flores cor-de-rosa eram utilizadas em saladas, e, da mucilagem das raízes, faziam doces. Além de servir como alimento, eram também utilizadas pelo seu valor laxativo.
Mais “modernamente”, as senhoras inglesas do tempo da rainha Vitória serviam a seus comensais um prato sofisticado, ou seja, pétalas de rosa cristalizadas – as pétalas eram cobertas com clara de ovo e um pouco de água e, na hora de servir, polvilhavam-nas com açúcar. Nos dias de hoje, a rosa é oferecida em saladas, geléias e tortas, que apresentam um sabor todo especial.
Venenosas
As flores para fins comestíveis devem ser adquiridas de produtores especializados, que não usam produtos agrotóxicos, pois, caso contrário, poderá trazer sérios prejuízos à saúde. Azaléia e bico-de-papagaio são altamente venenosas, daí não podermos usar qualquer tipo de flor como
As mais perigosas
Palma-de-santa-rita – A raiz é tóxica; engolida, provoca vômitos e forte irritação das mucosas.
Íris – 0 rizoma é tóxico; ingerido, provoca vômitos e diarréia; altera as células do cérebro.
Louro-rosa – Toda a planta é cardiotóxica e, ingerida, provoca parada cardíaca e tetanização.
Madressilva – As bagas são cardiotóxicas, provocando congestão, entorpecimento e taquicardia.
Antúrio – O caule, as folhas e as flores contêm um suco que pode irritar gravemente as mucosas.
Prímula – As folhas, o caule e as flores estão cobertos de pêlos que irritam a pele, causando dermatites e, às vezes, eczemas.
Azálea – Toda a planta possui andromedotoxina, que causa salivação abundante, cólicas, vertigens e paralisia respiratória.
Trombeta (saia-branca ou anágua-de-vênus) – O caule, folhas, flores e frutos possuem hioscianina e atropina; provocam náuseas, delírios, alucinações e cegueira, ou estado comatoso
Elas podem ser belas, mas não somente para decorar casas, jardins, praças e canteiros. As flores são amplamente usadas na medicina caseira e também como alimento.
Na região da serra o hábito de comer flores é bastante comum. “Quem não gosta de uma salada de couve-flor refogada?”, questionou a comerciaria Valéria Strasbosco. Mas ela assim como muitos não costuma comer rosas, cravinas e similares. “Acho estranho comer esse tipo de flor, elas são ornamentais”, ponderou. As mais conhecidas como a couve-flor, o brócolis, a alcachofra e a flor de abóbora, são populares e aceitas em todas as mesas. Mas, figuram ainda como comestíveis os capuchinhos, as rosas, as begônias, as calêndulas, os amores-perfeitos, os crisântemos, as tulipas, as de alfazema e as menos comuns como cravinas e verbenas-limão.
Na Antiguidade, o uso das flores como alimento era do conhecimento de alguns povos como, por exemplo, a Althaea officinalis, da família das malváceas, conhecida pelos ingleses como marshmallow. Suas flores cor-de-rosa eram utilizadas em saladas, e, da mucilagem das raízes, faziam doces. Além de servir como alimento, eram também utilizadas pelo seu valor laxativo.
Mais “modernamente”, as senhoras inglesas do tempo da rainha Vitória serviam a seus comensais um prato sofisticado, ou seja, pétalas de rosa cristalizadas – as pétalas eram cobertas com clara de ovo e um pouco de água e, na hora de servir, polvilhavam-nas com açúcar. Nos dias de hoje, a rosa é oferecida em saladas, geléias e tortas, que apresentam um sabor todo especial.
Venenosas
As flores para fins comestíveis devem ser adquiridas de produtores especializados, que não usam produtos agrotóxicos, pois, caso contrário, poderá trazer sérios prejuízos à saúde. Azaléia e bico-de-papagaio são altamente venenosas, daí não podermos usar qualquer tipo de flor como
As mais perigosas
Palma-de-santa-rita – A raiz é tóxica; engolida, provoca vômitos e forte irritação das mucosas.
Íris – 0 rizoma é tóxico; ingerido, provoca vômitos e diarréia; altera as células do cérebro.
Louro-rosa – Toda a planta é cardiotóxica e, ingerida, provoca parada cardíaca e tetanização.
Madressilva – As bagas são cardiotóxicas, provocando congestão, entorpecimento e taquicardia.
Antúrio – O caule, as folhas e as flores contêm um suco que pode irritar gravemente as mucosas.
Prímula – As folhas, o caule e as flores estão cobertos de pêlos que irritam a pele, causando dermatites e, às vezes, eczemas.
Azálea – Toda a planta possui andromedotoxina, que causa salivação abundante, cólicas, vertigens e paralisia respiratória.
Trombeta (saia-branca ou anágua-de-vênus) – O caule, folhas, flores e frutos possuem hioscianina e atropina; provocam náuseas, delírios, alucinações e cegueira, ou estado comatoso
Arte de viver em nome da natureza
As praças de Bento Gonçalves foram palco para espetáculos musicais que arrancaram aplausos da comunidade. O responsável pelas apresentações foi o Grupo Chaskys, do Equador.
Formado por índios equatorianos, o grupo tem nas vestimentas características dos índios americanos. O som forte de flautas e instrumentos típicos, aliados ao coral de vozes e danças típicas, produz uma música forte e marcante. O artesanato também atraiu muitas pessoas, além da venda de CDs, do grupo.
O grupo está percorrendo o estado levando o xamanismo, que é a integração do homem com a natureza. O xamanismo, segundo eles, é uma filosofia de vida muito antiga, que visa o reencontro do homem com os ensinamentos e fluxo da natureza e com seu próprio mundo interior. Sua origem não tem raízes históricas ou geográficas, na realidade é um conjunto de ensinamentos milenares que, através da tradição de tribos indígenas do mundo todo, foram sendo passadas até os dias de hoje. Esses ensinamentos são baseados na observação da natureza e seus sinais: sol, lua, Terra, Água, Fogo, Ar, Animais, Plantas, Vento e Ciclos.
As apresentações do Chaskys podem ser vistas no You Tube. Os vídeos foram gravados em Porto Alegre e Pelotas.
sexta-feira, 24 de outubro de 2008
Inesquecível Fernando Pessoa
Uma das figuras que mais marcou no 16º Congresso Nacional de Poesia, foi a do poeta Marco Bahrone. O artista chamou a atenção da comunidade com seu desempenho (estátua viva), na Via Del Vino. Barone interpretava o poeta Fernando Pessoa com perfeição. Todo pintado de prateado, ele parecia realmente uma estátua, mas bastava colocar uma moeda na mesa ao lado que ele prontamente levantava e declamava uma poesia. Sagaz, rápido, sensível e muito inteligente o poeta deixou saudade. “Sabe que eu acostumei com a figura dele. Tão bonito, adorei ouvir as poesia por ele interpretadas”, destacou a escritora Mirian Velmont, de Pernanbuco.
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