Hora Certa

sábado, 21 de fevereiro de 2009

Em nome de ...

Nesse momento o dono dessa tatuagem está dormindo. Ontem foi só a primeira noite de carnaval. Ele a a turma da SP3 vão trabalhar todas as noite nas cobertura do Carnahbilly de Bento Gonçalves.
Enquanto ele dorme, eu escrevo, mas vou escrever pouco, afinal a imagem diz tudo.
Quando eu e o Júlio nos conhecemos, diziam que éramos muito diferentes: que engano, éramos sim, muito parecidos. Depois daquele dia - e eu sabia - nunca mais nos separamos. No dia 8 de fevereiro completamos sete anos de casamento e somando tudo, exatos 12 anos.
Muitos dizem que a convivência mina um relacionamento: mais uma vez discordo. Quando sentimos além de paixão, não existe nada melhor que acordar, sair, v0ltar pra casa e nos deparar com a pessoa que escolhemos, ou o destino escolher para vivermos.
É bom demais.
Dizer que amo o Júlio, acho que é pouco. Ele faz parte de mim, é um anjo de sorriso alegre e doce que alguém quis colocar na minha vida.
Seguimos juntos nessa estrada, temos a mesma profissão, já passamos por muita coisa juntos e continuamos serenos e cheios de vontade de estar todos os dias juntos, afinal nossas energias se completam.
Temos em nossa pele a marca de que nunca mais apagaremos de nossas existências esse encontro marcado tão profundamente por alguém.

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009

Saudade


É engraçado até, mas nunca pensei que um dia fosse pegar a editoria de esportes de um jornal. Sempre gostei de fotografar, principalmente futebol e futsal, mas escrever nunca foi meu forte, apesar de ter um mestre ao lado, o Júlio Martins. Aliás foi com ele que aprendi a gostar tanto de esporte. Comecei acompanhar jogos em 98, 99 na época do Jornal Matéria-Prima. Foram muitas coberturas, principalmente quando comecei a fazer a cobertura fotográfica da Copa Santiago e dos jogos do Santiago Futsal. Bons tempos!

Sempre fui apaixonada pela cultura que é uma de minhas editorias do Jornal. Costumo dizer sempre: uma das melhores épocas de minha vida foi quando fui júri do teatro. Nunca vou esquecer.

Mas agora, quando me deparei estava fazendo esporte. Confesso, me senti bem. Claro que com a segurança de saber que tenho o Júlio por perto. No dia em que fui fazer fotos do Esportivo, lá no Estádio da Montanha, senti muita, mas muita saudade do Cruzeiro, dos campeonatos amadores, do futsal, de Santiago. Fazia tanto tempo que não tirava fotos de esporte. Gostei, gostei muito.

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009

Uma santa que não é santa


Hoje, quando assisti a propaganda da nova novela das seis fui tomada por uma nostaligia. Lembro tão bem de minha mãe comentando sobre as cenas. Até liguei pra ela.

Essa novela foi exibida em 1982 e os protagonistas eram Kadu Moliterno (Zé Eleotério) e Cristina Mullins ( Maria Rita -Santinha).

A previsão de estreia é para março. E terá como protagonistas Nathalia Dill e Eriberto Leão. A escolha foi bem legal. Os dois atores lembram muito os originais.

Sinopse

Na pequena cidade de Paraíso, o incrível caso de amor entre Zé Eleotério e Maria Rita. Ele, conhecido como "Filho do Diabo", devido ao pacto que seu pai, o velho Eleotério, fez quando ele nasceu, como reza a lenda local. E ela, conhecida como "Santinha", por lhe atribuírem milagres quando menina.

Amor que se torna mais acirrado quando Santinha, rezando, reclusa em seu quarto, consegue o "milagre" de salvar Zé Eleotério, que estava aleijado por ter sofrido uma queda num concurso de peões de boiadeiros. Ela, em pagamento pela graça recebida, vai para o convento - realizando o grande sonho de sua mãe, a beata Mariana. Ele, apaixonado e grato, rapta a futura freirinha.

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

“Ópera Popular do Vinho”: Um Espetáculo feito por muitas mãos

Diretor Musical – Rodrigo Soltton “O público verá um espetáculo envolvente onde a grande marca é a transformação do espetáculo em ópera”, ressalta o diretor musical, Rodrigo Soltton. Segundo ele, a trilha sonora acompanha o roteiro, respeitando o clima de cada cena. Além da composição de músicas inéditas e da produção da trilha sonora, o músico também é responsável por toda a sonoplastia do espetáculo que inclui sons de bichos, vento, trovões e da trilha incidental (sem letra).

Diretor de Infra-estrutura - Vitor Ambrosini A tarefa de Vitor Ambrosini, também vice-presidente de Infra-estrutura da Fenavinho, foi garantir conforto, segurança e visibilidade ao público e também a todos os participantes do espetáculo.

Roteirista – Nivaldo Pereira Inspirado no texto das poetisas Elvira de Macedo Nascimento e Norma Vasconcelos e após inúmeras reuniões, Nivaldo Pereira concluiu o roteiro da “Ópera Popular do Vinho”, seguindo uma linha que mistura música, teatro, arte e dança. Todas as cenas foram escritas de forma a enaltecer o vinho, bebida carregada de mitos e simbologias.

Diretor de Cenografia – Antônio Cansanção Com alegorias medindo mais de 12 metros de altura, cenários de fundo, palco com 32 metros de largura por 18 de profundidade, esculturas em movimento e efeitos especiais, a cenografia está por conta de Antônio Cansanção e sua equipe que não têm medido esforços para surpreender o público.

Figurinista – Enilsson de Menezes Rodrigues Com ampla experiência na área, Enilsson de Menezes Rodrigues, premiadíssimo nas festas de Parintins, usou e abusou de sua criatividade na confecção do figurino do espetáculo, aliando ousadia e imaginação à cultura universal do vinho.

Diretor Artístico – Davi Souza O grande desafio da direção artística foi unir cenário e atores de forma homogênea, equilibrada. Com isso, o espetáculo ganha como um todo seguindo o mesmo conceito.

Diretora de Arte e Iluminação - Nara Maia Parceira de Rubinho, Nara é a criadora de luz do espetáculo, tendo participado da concepção da Ópera Popular do Vinho desde o início, de forma que o resultado é fruto de um amplo e detalhado planejamento.

Coreógrafo – Moacir Corrêa “Meu maior desafio foi dar maior amplitude aos corpos de todos os atores, figurantes e bailarinos, pois este tipo de espetáculo, com alegorias gigantescas, requer maior atenção a este detalhe, a fim de proporcionar um desenvolvimento cênico mais homogêneo”, avalia Corrêa.

Vice-presidente do Espetáculo Cênico Ópera Popular do Vinho e Diretora Financeira – Maria da Glória de Gasperi Todeschini (Neca) “A organização de um espetáculo nos moldes da “Ópera Popular do Vinho” foi possível graças ao espírito de união e colaboração da direção, figurantes, atores, cantores e bailarinos”, afirma Neca. Ela também destaca que a participação da comunidade que, direta ou indiretamente está auxiliando, contribui para a promoção e divulgação da cultura regional.

Diretor Geral: Ruben de Souza Oliveira (Rubinho) Responsável pela coordenação de todo o trabalho desde a concepção do espetáculo, Rubinho atua para manter a comissão organizadora focada no propósito de emocionar. “Queremos encantar o público. Para isso, inovamos, evoluímos. Construímos uma grande obra, que não é minha; ela é pública”, destaca.

“Ópera Popular do Vinho”
Seguindo a linha de espetáculos grandiosos, a produção do Espetáculo Cênico “Ópera Popular do Vinho” conseguiu reunir um elenco de competentes profissionais que juntos desenvolveram uma das principais atrações da Fenavinho Brasil 2009. Liderados pelo diretor geral, Ruben de Souza Oliveira, há meses, a equipe técnica vem trabalhando de forma afinada para garantir a produção do megaevento, que tem texto e música baseados na poesia de Elvira de Macedo Nascimento e Norma Vasconcelos.
Para contar a história do vinho aliando mito e realidade foi necessário o empenho de um grande número de artistas anônimos que emprestaram seu talento para que o espetáculo pudesse traduzir todo o encantamento do vinho. Com este propósito entraram em ação cenógrafos, figurinistas, músicos e atores, bem como, profissionais de vídeo, som e iluminação.
A “Ópera Popular do Vinho” também contou com a participação de um elenco de primeira linha. Artistas, figurantes, cantores líricos, grupos teatrais e de dança ajudaram a compor o espetáculo que, neste ano, ganhou uma nova linguagem, misturando teatro, música, dança e artes plásticas. Numa demonstração de envolvimento comunitário, integram o elenco os grupos residentes do Centro Integrado de Artes Cênicas (Bento Gonçalves), de Dança Xtrit e Elemento B e do Teatro Boca de Cena; a comunidade de São Pedro e o grupo de teatro do Dall’Onder Grande Hotel; o Centro Cultural Sala de Ensaio de Caxias do Sul, além do Grupo Hora Vaga (Garibaldi). Figuras ilustres da comunidade bento-gonçalvense, Ana Variani e Elia Dall’Onder também integram o elenco. Outro destaque é a participação de cantores líricos da Orquestra Sinfônica de Porto Alegre (Ospa), como a soprano lírica internacional, Cíntia de los Santos, bem como o tenor Vinícius Antoniazzi Brandelli, de Bento Gonçalves.

(Fonte: CONCEITO.COM)

“Ao Natural”


Está aberta a exposição “Ao Natural” da artista plástica Adelina Maioli no hall de entrada do SESC-BG (Rua Cândido Costa, 88). A artista estudou aquarela com Iolanda Milani, participou de oficinas de aquarela, desenhos da figura humana, de desenho em Bento Gonçalves e de oficinas de Sumiê com Susan Hirata em Porto Alegre, expôs no Rio de Janeiro, São Paulo, Distrito Federal e Rio Grande do Sul, no Brasil e em Londres, Inglaterra e Sidney na Austrália. È integrante da diretoria da AAPLASG (Associação de artistas plásticos da serra gaúcha), é membro da associação Riograndense Chico Lisboa e é membro do projeto sala de arte em Bento Gonçalves.

Vale dos Vinhedos: Palco para o “Concertos de Verão”



O Projeto “Concertos de Verão” terá inicio na quinta-feira, dia 12, quando acontecerá a primeira apresentação na Igreja Cristo Rei (19 horas). Mas o palco principal dos concertos será o Vale dos Vinhedos. Serão cinco apresentações nas capelas das comunidades. O projeto, que conta com o apoio da Associação de Produtores de Vinhos Finos do Vale dos Vinhedos (Aprovale), é do Duo Íris & Ivan Violinistas, de Porto Alegre, que estará se apresentando voluntariamente na região. Em todas as apresentações a entrada é franca.

Íris e Ivan estarão interpretando um repertório erudito, folclórico de vários países e internacional contemporâneo com obras de Bach, Mozart e Vivaldi, entre outros. A proposta do Duo Íris & Ivan Violinistas é realizar concertos, gratuitamente, em capelas de valor histórico e arquitetônico, localizadas em caminhos rurais, estruturados como roteiros turísticos. O objetivo é brindar os moradores das comunidades com concertos de violinos proporcionando momentos de convívio social, cultural e elevação espiritual. Além disso, o projeto é aberto a turistas, promovendo a integração destes com os moradores de cada localidade. A iniciativa aposta, ainda, no dinamismo do turismo, de forma a oferecer um evento de arte que vem complementar os atrativos acrescentando às capelas a função cultural, aproveitando-as como espaços de concertos musicais.

PROGRAMAÇÃO

Dia 12 – quinta-feira
19 horas – Concerto de Abertura (Igreja Cristo Rei)

Dia 13 – sexta-feira
20h30min – Capela das Graças

Dia 14 – sábado
10h30min – Capela das Almas
15 horas – Capela das Neves

Dia 15 – domingo
10 horas – Concerto de encerramento (Capela Glória)

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